O que as famílias dizem sobre a varandora
A confiança de uma família não se pede — se conquista. Aqui estão as histórias de quem viveu isso na prática.
Página Inicial7+
anos de experiência
60+
famílias atendidas
4,8
nota média de satisfação
92%
indicariam a varandora
Palavras de quem viveu a experiência
Mariana Oliveira
Filha de moradora — Florianópolis
"Minha mãe estava sozinha em casa e eu ficava preocupada durante o trabalho. Descobri a varandora por indicação e foi a melhor decisão que tomei. Ela adaptou muito bem, tem amigos novos e ainda fala da comida toda semana."
Maio de 2025 — Estadia Diurna
Ricardo Santos
Filho de morador — São José
"No início meu pai resistia à ideia de morar fora de casa. Começamos com a Estadia Diurna por dois meses — só para ele conhecer. Hoje ele está na Residência há quase um ano e eu precisei quase convencê-lo de que podia passar o Natal em casa."
Abril de 2025 — Residência varandora
Ana Cristina Prado
Sobrinha de moradora — Florianópolis
"A Beatriz e o Rodrigo são extremamente atenciosos. Toda vez que ligo, recebo uma atualização honesta sobre como minha tia está. Não é aquela resposta genérica de 'está tudo bem' — eles realmente conhecem cada morador pelo nome e pelos hábitos."
Maio de 2025 — Residência Conforto
Paulo Lemos
Filho de morador — Palhoça
"O que me convenceu foi a transparência. Antes de assinar qualquer contrato, visitamos a casa duas vezes, conversamos com outros moradores e tiramos todas as dúvidas sem pressa. Nenhuma outra opção que visitamos ofereceu isso."
Março de 2025 — Residência varandora
Juliana Nascimento
Filha de moradora — Biguaçu
"Minha mãe tem um temperamento bem independente e eu temia que ela não se adaptasse. A equipe da varandora respeitou muito bem o espaço dela no início, sem pressionar. Em duas semanas ela já tinha uma rotina e já chamava a Luciana pelo nome."
Abril de 2025 — Residência Conforto
Fernando Costa
Neto de moradora — Florianópolis
"Minha avó fez 81 anos na varandora e os moradores e a equipe fizeram uma pequena festa surpresa para ela. Ela ficou emocionada. São coisas assim que mostram que não é só um serviço — é uma comunidade de verdade."
Maio de 2025 — Estadia Diurna
Jornadas de famílias reais
História 1 — Estadia Diurna como primeiro passo
A situação
Dona Conceição, 76 anos, morava sozinha em Florianópolis. A filha, que trabalhava em período integral, sentia que a mãe passava muitas horas sem companhia e começava a se isolar.
O caminho
A família optou pela Estadia Diurna três dias por semana, para que Conceição pudesse conhecer o ambiente sem comprometimento. Após um mês, ela mesma pediu para ir todos os dias.
O resultado
Hoje Conceição está na Estadia há oito meses. Participa das atividades de artesanato, tem amizades novas e a filha descreve a mudança no humor da mãe como "visível desde a primeira semana".
"Eu resistia à ideia, achava que não precisava. Mas hoje eu sinto falta quando fico um dia em casa." — Conceição, moradora
História 2 — Transição para residência integral
A situação
Seu Antônio, 82 anos, havia ficado viúvo recentemente. A família vivia em outra cidade e buscava uma residência acolhedora em Florianópolis onde ele pudesse viver com autonomia e não se sentir sozinho.
O caminho
Após duas visitas à varandora, Antônio escolheu a Residência varandora. A adaptação foi gradual — a equipe dedicou atenção especial às primeiras semanas, respeitando o ritmo dele.
O resultado
Passados seis meses, a família relata que Antônio está mais ativo do que estava em casa. Joga xadrez com outros moradores, acompanha o noticiário e tem opiniões animadas sobre o cardápio da semana.
"Meu pai ligou para mim na primeira semana só para dizer que tinha jantado muito bem. Foi um alívio enorme." — Família de Antônio
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Endereço
Rua Felipe Schmidt 384, Centro, FlorianópolisHorário
Seg–Sex 8h–18hSáb 9h–13h
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